
O ex-deputado federal Walter Brito Neto (PRB) avaliou como a atitude mais acertada de sua vida politica ter rompido todos os laços com o DEM de Efraim Morais, mesmo que isto tenha lhe custado o mandato na Câmara Federal, ele “se dá por satisfeito ao ver comprovado pelos fatos vergonhosos veiculados pela imprensa nacional e internacional que estava correto ao classificar o DEM como o partido mais réprobo do Brasil, indigno de existir como sigla”, sublinhou.
Para Brito Neto ficou patente, pela historia recente, que o DEM (Ex-PFL) não passa de um espectro decadente na cena politica nacional, uma nódua que ficou mais evidente com as nebulosas articulações politicas e financeiras do senador ACM, o que ocasionou a invasão da policia no apartamento da viuva para fins de levantamento de bens na ordem de R$ 400 milhões, a gestão fraudulenta do ex-prefeito do Rio, César Maia (DEM), cujos danos representaram mais de 30 milhões para a saúde; o “deputado do castelo, Edmar Moreira (DEM) com seu castelo esnobe, construção de mais de R$ 20 milhões não declarados à Justiça Eleitoral, a descoberta dos “atos secretos do Senado”, os “funcionarios fantasmas” e “contratos ilicitos” que representaram a perda de milhões do bolso do contribuinte, por ultimo, a tragicomédia protagonizada por Arruda em Brasília é uma pá de cal nas pretensões do DEM, um partido que definha a cada escandalo estourado. Mas isso tem seu lado bom: foi a partir do “mensalão do DEM” que Lula anuncio que vai ao Congresso propor que se inclua na categoria de crimes hediondos inafiançaveis a corrupção passiva e ativa, como também o peculato.
“Todos esses fatos” – pontuou Brito Neto – “confirmam minha satisfação em ter mudado de partido e ingressado no PRB, uma sigla nascida no seio da sinceridade, que tem nomes como o do vice-presidente José Alencar, cuja vida nos motiva a primar pela honradez no trato da coisa publica”, conclui.
