terça-feira, 25 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
DE WALTER NETO: “A PARAÍBA EXIGE EXPLICAÇÕES DE EFRAIM!”

“Com um senador do naipe de Efraim Morais na chapa de Ricardo Coutinho não precisaremos de mais prognósticos eleitorais, mas sim, uma terrível expectativa”, foi o que afirmou o ex-deputado federal Walter Neto(PRB) em alusão aos últimos escândalos envolvendo o senador do DEM, principal responsável, segundo ele, pela sua cassação por ter mudado de partido.
Brito Neto disse que o Brasil, e principalmente a Paraíba, exige uma explicação do próprio senador, que se mantêm na esquiva diante das evidências que depõem contra sua pessoa, que “foi infiel à sua própria consciência e ao povo paraibano que o elegeu”, frisou.
De acordo com WBN, Efraim Morais envidou todos os esforços para interromper seu mandato na Câmara dos Deputados, como uma última cartada, depois de muitas perseguições enquanto estava no DEM, cerceamentos políticos, fechamento de diretório municipal e monopolização de todos os espaço do partido em favorecimento seu e do filho, unicamente. “Enquanto perdi o mandato, fiquei com a consciência tranqüila, certo de que a justiça, embora parecesse tardia, não falharia. De fato, vejo agora, que a vida de Efraim está sendo devassada publicamente em todo o Brasil, e ele, que sempre elevou seu tom de voz no senado em brados de justiça, jaz emudecido em algum lugar de seu castelo fantasma”, arrematou.
Hoje, filiado ao PRB, partido do vice-presidente José Alencar, WBN afirma acreditar que, “desta vez, a justiça será feita, e o verdadeiro infiel a seu partido, a Paraíba e ao Brasil será desmascarado e punido na forma da lei”.
terça-feira, 18 de maio de 2010
WBN: NAMORO DIPLOMÁTICO ENTRE BRASIL E O IRÃ EXIGE CAUTELA

“Lula está gastando o capital político com o Irã”, foi o que afirmou o ex-deputado federal Walter Neto (PRB) ao lembra que desde a posse de Ahmadinejad em 2005, a situação dos direitos humanos no país piorou dramaticamente (com elevado número de execuções, muitas delas por apedrejamento ou enforcamento públicos). Um esboço de código penal estipula a pena de morte por apostasia (isto é, para quem deixar o islã). Os cristãos e outras minorias religiosas têm sofrido severas restrições e perseguições. As autoridades iranianas também suprimem a liberdade de expressão e opinião, prendendo jornalistas, controlando publicações e a internet, além das atividades acadêmicas, explicou.
Brito Neto disse que o Irã é promotor do terrorismo mundial e financiador do Hezb'Allah (o Partido de Alá, no Líbano) e do Hamas (na Faixa de Gaza). Essas duas milícias islâmicas radicais têm atacado Israel a mando do Irã e cometido inúmeras matanças de civis. Sua ação, porém, não se limita ao Oriente Médio: a Argentina acusou formalmente o Irã pelos violentos atentados contra instituições judaicas em Buenos Aires (em 1992 e 1994). Na América do Sul, a atuação iraniana é crescente, principalmente através da aliança com Hugo Chávez e Evo Morales. “O Brasil de Lula é, inegavelmente outro Brasil. Desenvolvido e que vem mantendo a estabilidade econômica. Mas é preciso ter cautela para que esse prisma de sustentabilidade não seja ameaçado pelo relações diplomáticas perigosas como a que estamos vendo em relação ao Irã de Ahmadinejad”, conclui.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
WALTER NETO PARABENIZOU O PRESIDENTE EM EXERCÍCIO JOSÉ ALENCAR PELO RECUOU DA ASSINATURA DO DECRETO QUE CRIA O DIA NACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA

O ex-deputado federal Walter Neto (PRB) parabenizou o presidente em exercício José Alencar, do mesmo partido, pelo recuo da assinatura do Decreto que cria o Dia Nacional contra a Homofobia, cuja solenidade, aguardada pelo movimento GLBTTS (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Simpatizantes) foi remarcada para a próxima semana. Brito Neto afirmou que encaminhará ao Presidente Lula, Carta protestando contra a assinatura desse Decreto.
Segundo WBN o Brasil não tem um “por quê” da invenção desse dia, por falta de uma justificativa plausível. “Há pessoas que têm opiniões contrárias às práticas homossexuais com base médica, filosófica, científica, moral, cristã etc. Tanto o PLC 122 quanto outros projetos semelhantes silenciarão legalmente essas opiniões. Mas se o problema for a violência gerada pela intolerância, como agenda gay diz ser, vejamos: A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Desse número, quantos eram gays? Se fossem 10%, o número de homossexuais assassinados seria 80 mil. Se fosse apenas 1%, 8 mil assassinatos homossexuais estariam registrados. Entretanto, nos últimos 25 anos, de acordo com informação do próprio Grupo Gay da Bahia, apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção? Ademais, o homossexualismo muitas vezes se expõe nas noites promíscuas e fica sujeito, tanto quantos aqueles que se dão as práticas libertinas a sofrerem violências de todos os tipos; ou seja, desse número bem pequeno de homossexuais assassinados, muitos estavam em zonas criminais, a altas horas da madrugada, em ambientes de drogas e prostituição. Sem mencionar o fator do crime passional, onde o assassino é muitas vezes amante da vítima, tão homossexual quanto ela?” argumentou.
Walter Neto afirmou que na ex-URSS, toda a juventude, levada por uma onda de influência ideológica, se dizia socialista; na República Nazista de Hitler, foi a mesma coisa, de modo que nossa juventude pode ser facilmente influenciada, como se vê no movimento GLBTTS, reportada pela Revista Veja. “Difícil é nos colocarmos contra esses movimentos. É justamente nesse ponto que me baseio para afirmar que o movimento pró-homossexualismo pode ser tão devastador e igualmente agressivo, castrando nosso direito fundamental de se posicionar livremente sobre quaisquer assuntos e educarmos nossos filhos da maneira que nos aprouver, conferindo dignidade e respeito, acrescentou.
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Revista gay entrevista Julio Severo

Seguindo a lógica da igualdade utilizada pelos ativistas homossexuais, os cristãos [...] poderiam também processar para silenciar os promotores da agenda gay de manifestarem seus pensamentos e idéias. [...] Igualdade é igualdade.
Julio Severo publicou em seu blog na última segunda-feira, dia 16 de março, uma entrevista concedida a um jornalista de uma revista voltada ao público homossexual. "Como não sei se vão publicá-la ou se vão publicá-la na íntegra, disponibilizo aqui minhas respostas sem cortes", afirmou Severo na postagem.
Pergunta: Chamo-me (...) e sou jornalista do site e revista (...). Estou fazendo uma reportagem sobre o PLC 122/06 e gostaria de lhe fazer algumas perguntas, tudo bem?
Julio Severo: Tudo bem, (...). Fico muito feliz de poder expor aos leitores de sua revista minhas convicções cristãs acerca do PLC 122/06, sem nenhum constrangimento. Vejo hoje homens e mulheres que, em suas convicções pessoais, são movidos por diversos tipos de ideologias: marxista, socialista, feminista, homossexualista. Não existe ser humano conviccionalmente neutro. É dentro dessa realidade humana inescapável que responderei às suas perguntas, basicamente movido pela visão cristã.
Pergunta: Uma das suas afirmações a respeito do movimento homossexual é: "O aumento da promiscuidade sexual provoca diretamente o aumento da violência e da criminalidade na sociedade". Na sua opinião, a promiscuidade está apenas ligada a homossexualidade?
Julio Severo: A promiscuidade abrange diferentes escolhas e impulsos fora dos padrões da normalidade. O sexo normal existe para a constituição de um lar formado por um homem e uma mulher que se complementam naturalmente para a procriação, criação, educação e desenvolvimento de filhos. A homossexualidade é uma das escolhas e impulsos dentro do universo da promiscuidade que foge a essa realidade, deturpando-a.
Embora a condenação de Deus ao pecado homossexual esteja presente na Bíblia há milhares de anos, as igrejas da sociedade ocidental praticamente não mencionavam a sodomia dos púlpitos. O que era mais focado nas mensagens cristãs era o bem-estar social e familiar, destacando-se os perigos e desvantagens do sexo fora do casamento natural e as vantagens e bênçãos do sexo conjugal natural. No entanto, com a ampla promoção da agenda gay, o assunto homossexual se tornou onipresente e praticamente obrigatório nos meios de comunicação liberais. Tal exposição inescapável e constante da agenda gay fez com que os cristãos não mais pudessem evitar um tema discutido com tanta freqüência, obcecação e exagero na sociedade moderna.
A boa notícia é que diante da imensa crise de sexo loucamente livre na sociedade as igrejas cristãs saudáveis, com base no Evangelho, ministram para pessoas oprimidas pela imoralidade sexual, inclusive adultério, pornografia, homossexualismo, etc.
Pergunta: O senhor é contra o PLC 122 em sua totalidade ou apenas em alguns pontos do projeto de lei?
Julio Severo: O PLC 122/2006 e outros projetos de lei semelhantes são, na totalidade ou não, a legislação do ódio.
Os militantes gays afirmam categoricamente que esses projetos dão apenas igualdade aos homossexuais. Homens e mulheres têm direito a casamento (civil e religioso) e adoção de crianças? Então "privar" indivíduos que praticam o homossexualismo dos mesmos direitos será tratado como preconceito e discriminação?
Além disso, há pessoas que têm opiniões contrárias às práticas homossexuais com base médica, filosófica, científica, moral, cristã, etc. Tanto o PLC 122 quanto outros projetos semelhantes silenciarão legalmente essas opiniões. Antes da aprovação desses projetos, cristãos já têm sido perseguidos por criticarem a agenda gay. Eu mesmo - que nunca matei, nem bati, nem arranhei homossexuais - fui denunciado por "homofobia" ao Ministério Público Federal já em 2006, exclusivamente porque exerço meu direito constitucional de livre expressão de dizer que a conduta homossexual é imoral, contrária a vontade de Deus expressa na Bíblia, nociva à família e à sociedade, etc.
Com a aprovação do PLC 122, o silêncio será obrigatório e pessoas como eu estarão em perigo real de ir para a cadeia apenas por ter posições legitimamente cristãs e bíblicas sobre o homossexualismo e sobre a agenda gay.
Entretanto, o que muitos não percebem é que tanto o PLC 122 quanto outros projetos apresentam, junto com a inventada categoria de "orientação sexual", categorias oficialmente aceitas de não discriminação, tais como raça e religião.
Seguindo a lógica da igualdade utilizada pelos ativistas homossexuais, os cristãos, os espíritas, os muçulmanos e outros religiosos poderiam também processar para silenciar os promotores da agenda gay de manifestarem seus pensamentos e idéias, atiçando o Estado contra eles e reivindicando muito dinheiro para isso - exatamente como os próprios militantes gays estão fazendo. Igualdade é igualdade.
Tecnicamente, os mesmos abusos e agressões legais que os ativistas gays querem impor por meio do PLC 122 também poderiam ser impostos por religiosos. Tecnicamente, com o PLC 122 os cristãos deveriam sistematicamente usar o Estado e suas leis para silenciar e punir toda opinião homossexual contra o Cristianismo. Mas os ativistas gays sabem que os cristãos não têm essa agressividade. Eles sabem que os cristãos jamais recorrerão ao Ministério Público Federal para fechar sites que contenham promoção da agenda gay e hostilidade anti-cristã. Daí, vê-se que não existe igualdade de agressividade, pois só os ativistas gays é que querem agredir e silenciar.
Diante dessa realidade, para quê aprovar o PLC 122?
Pergunta: A reivindicação do movimento LGBT em prol do PLC 122 não é justa, visto que muitos homossexuais são espancados e assassinados por conta de sua orientação sexual. Gostaria de saber o ponto de vista do senhor a respeito da questão.
Julio Severo: Estão sendo assassinados milhares e milhares de homossexuais e o governo nada faz? Isso não é verdade, pois todos os cidadãos brasileiros, independente de suas opiniões e comportamentos, são igualmente protegidos pela mesma lei brasileira. Todos os assassinatos são punidos pela lei. A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Desse número, quantos eram gays? Se fossem 10%, o número de homossexuais assassinados seria 80 mil. Se fosse apenas 1%, 8 mil assassinatos homossexuais estariam registrados. Entretanto, nos últimos 25 anos, de acordo com informação do próprio Grupo Gay da Bahia, apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção?
Há outros fatores também. Desse número bem pequeno de homossexuais assassinados, muitos estavam em zonas criminais, a altas horas da madrugada, em ambientes de drogas e prostituição. Sem mencionar o fator do crime passional, onde o assassino é muitas vezes amante da vítima, tão homossexual quanto ela.
Já que está comprovado que não há centenas de milhares de homossexuais assassinados no Brasil, torna-se bastante suspeita a argumentação de que é preciso aprovar depressa leis anti-"homofobi" a fim de diminuir o número de assassinatos homossexuais. Qual é então o propósito da aprovação do PLC 122?
Em julho de 2007, quatro dias antes de o meu blog ser censurado por pressão de ativistas homossexuais, o escritor homossexual Fabrício Viana, respondendo a outro ativista que perguntava se dava para me calar agora, disse: "Por enquanto não. Se a lei anti discriminação for aprovada, isso é, homofobia tornar-se crime, aí sim poderemos fazer algo. Por isso todo esse povo ai, religioso, esta fazendo uma muvuca para que a lei anti discriminação não seja aprovada (pois todos eles poderão ser repreendidos)".
Por enquanto, não há no Brasil nenhuma lei federal contra a chamada "homofobia", mas o Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, foi judicialmente perseguido por "homofobia".
Eu mesmo estou sob várias ameaças oficiais por homofobia. O que será de mim, um cristão que nunca agrediu homossexuais e que tem crianças pequenas para criar e educar, se o PLC 122 for aprovado? É justo que minhas opiniões cristãs sejam rotuladas como criminosas só porque um Estado socialista autoritário quer mudar as leis apenas para satisfazer os caprichos ideológicos de uma minoria birrenta e sedenta de autoritarismo voraz?
Se a causa homossexual fosse realmente justa, não seria necessário inflar estatísticas. Não seria também necessário, como denunciou o Senador Magno Malta, que Fátima Cleide, a relatora petista do PLC 122, o incluísse para votação às 5h30min da madruga, bem às vésperas do feriado de Natal. Malta declarou em denúncia pública: "A manobra sórdida para aprovar o Projeto sem debate de legalidade alvitrando a Constituição Federal, desrespeitando o inalienável direito à opinião da maioria dos outros senhores senadores é, no mínimo repugnante. Ao tentar incluir em pauta, no apagar das luzes, com parlamentares já cansados dos exaustivos últimos dias de trabalho, preparavam o golpe político de votar por acordo de lideranças e sem a presença de quem, de direito, solicitaria verificação de 'quorum'. A aprovação do projeto visa mudar o comportamento social, eliminando a influência da família e da igreja sobre o indivíduo, ao mesmo tempo que dá ao Estado socialista o poder total sobre o indivíduo, com objetivo de criar uma sociedade coletiva submissa aos interesses estatais. Esse projeto é essencialmente e inconstitucionalmente um atentado violento contra a liberdade de expressão religiosa dos evangélicos, católicos, espíritas, judeus e muçulmanos. Tecnicamente mal elaborado, fere diversos princípios da constituição federal e do código penal. Esta batalha legislativa pretende avançar a qualquer custo a criminalização da homofobia e criar uma grande mordaça gay, para que ninguém possa discordar e expressar opiniões contrárias à opção sexual".
Pergunta: Outra afirmação que o senhor faz é, "As influências do movimento homossexual estão por toda parte: entram em nossas casas através dos meios de comunicação, nas escolas, no âmbito profissional e até nas igrejas. Meu livro traz um alerta para que os cristãos e a igreja não se calem, mas ofereçam respostas claras e bíblicas para todas as pessoas que desejam conhecer e fazer a vontade de Deus num mundo que está cada vez mais se corrompendo". Não acredita que com uma afirmação dessa, incita ódio e violência as pessoas homossexuais?
Julio Severo: Incitação de ódio e violência? Tente procurar isso dentro da própria militância gay. O presidente do recém-fundado Partido dos Gays, Lésbicas e Simpatizantes (PGLS), Márcio Antônio Francisco, declarou: "A Gaystapo existe e representa a opinião de uma ala GLS que é radical, violenta, autoritária e nazista". Francisco, que é militante gay, denunciou: "Eu mesmo, Marcio, fui violentamente espancado tive o nariz quebrado por 8 integrantes da Gaystapo de Ribeirão Preto". Taí a opinião de um ativista que foi espancado por outros ativistas gays.
Agora, como é que a Bíblia e seus divulgadores incitam esse tipo de ódio e violência? Quando os cristãos promovem alertas e mensagens contra os perigos do vício de drogas ou contra o abuso sexual de crianças, não há um aumento de crimes contra usuários de drogas ou contra pedófilos. Não se conhece um só caso de alguém que tenha dito: "Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra as drogas, resolvi bater e matar um drogado" ou "Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra a pedofilia, resolvi bater e matar um pedófilo". O homossexualismo, ou sodomia, não é o único tema de alerta nas mensagens cristãs. O homossexualismo é apenas um dos problemas tratados. Se a pregação cristã contra a sodomia provocasse violência contra os homossexuais, haveria um grande número de pedófilos, drogados e adúlteros internados em hospitais - sem contar os mortos.
Procurar incitação de ódio e violência no meu livro é esticar a imaginação maliciosa ao máximo.
Na questão homossexual, o único tipo de incitação ameaçadora é a promoção do homossexualismo, que vem literalmente incitando jovens desorientados à experimentação homossexual.
Quando não, vemos a mídia liberal literalmente incitando ódio contra a Igreja Católica e outras igrejas por causa do homossexualismo. Apesar de que a mídia prefere colocar os holofotes quase que exclusivamente nos abusos cometidos dentro da Igreja Católica, num sutil esforço de exterminar os valores cristãos da esfera pública, o maior índice de abusos contra as crianças não é cometido em instituições cristãs, mas exatamente em instituições estatais. Entre apenas 1991 e 2000, um número elevadíssimo de 290.000 crianças e adolescentes sofreu abuso sexual físico no ambiente escolar nos EUA. (Veja: http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83705)
Em matéria de abusos, a Igreja Católica perde de longe para a educação pública. Um estudo feito pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA concluiu que 10.667 jovens foram sexualmente abusados por padres entre 1950 e
O mesmo padrão se revela na educação. Um estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população. (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/10/estudo-revela-que-professores.html)
Assim, enquanto uma centena de homossexuais assassinados anualmente no Brasil (em meio às dezenas de milhares de outros brasileiros assassinados anualmente) recebe atenção politicamente correta e privilegiada, literalmente milhares de meninos anualmente violentados e até assassinados por homossexuais são esquecidos.
Mesmo em ambientes religiosos reprimidos, homens que praticam o homossexualismo têm elevado índice de abuso de meninos. Em ambientes não reprimidos, o índice de abuso é certamente muito maior.
Embora os homossexuais sejam apenas menos de 3% da população, eles são responsáveis por aproximadamente metade de todos os abusos de crianças. E qual é a solução que os cristãos propõem para resolver esses abusos? Matar todos os homossexuais? Claro que não. A proposta é amparar homens que desejam abandonar o homossexualismo.
Entretanto, não seria errado o Estado instituir pena capital para homens culpados de estuprar meninas e homens homossexuais culpados de estuprar meninos. Para homossexuais não envolvidos em crimes de estupro contra crianças, a melhor alternativa é um tratamento. Se há tratamento para se abandonar o vício das drogas, por que não também do vício homossexual?
Nem todo homossexual é pedófilo, mas todo homem que abusa de meninos é homossexual. E estudo após estudo mostra que a maioria absoluta dos homossexuais foi na infância violentada por um homossexual predador adulto. O comportamento homossexual tem tanta ligação com abuso sexual de meninos que os dicionários mais sérios sempre registraram "pederastia" como sinônimo de "homossexualismo".
Quando o cigarro era uma obsessão social, algumas igrejas evangélicas corajosas pregavam contra esse vício. Essa pregação nunca levou a assassinatos de fumantes. Pelo contrário, essa iniciativa evangélica resultou na atual realidade, onde médicos e governo não mais são cegos aos prejuízos do fumo, mas desestimulam sua promoção e vício, principalmente entre os jovens. O problema homossexual não merece a mesma atenção e cuidado?
Assim, muito longe de incitar o ódio, meu livro traz informações sobre os danos que o homossexualismo provoca nos próprios homossexuais e na sociedade e leva os leitores à ação social, para que a sociedade, para o bem-estar das famílias, mantenha distância de todas as práticas homossexuais.
Fonte: Blog Julio Severo
Via: www.guiame.com.br
quinta-feira, 13 de maio de 2010
PEC DA JUVENTUDE MUDA OUTRA VEZ

A Câmara dos Deputados aprovou, em sessão extraordinária, a Proposta de Emenda Constitucional(PEC nº 138/2003), conhecida como a PEC da Juventude, de autoria do deputado Sandes Junior. A proposta, que foi aprovada em primeiro turno com 329 votos, inclui o termo “juventude” no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal, assegurando aos jovens de 15 a 29 anos prioridade no acesso a direitos constitucionais como saúde, alimentação, educação, lazer, profissionalização e cultura, que já são garantidos às crianças, adolescentes e idosos.
O texto será votado em segundo turno daqui a cinco sessões e a Secretaria Nacional de Juventude espera que ainda sejam feitos alguns aprimoramentos no mesmo. A PEC foi aprovada na forma do substitutivo da deputada Alice Portugal (PcdoB/BA), relatora da proposta na comissão especial. Segundo a relatora, há quase 50 milhões de jovens no Brasil e o país “é responsável por cerca de 50% dos jovens da América Latina e 80% do Cone Sul".
Para o ex-deputado federal Walter Neto (PRB) o Brasil, em termos de leis é o melhor do mundo. No que tange a juventude, especialmente. Textos vêm e vão, modificativos de cláusulas e nomenclaturas, mas com pouquíssimas ações concretas para garantir ao jovem de nosso país mais espaço no cenário político, mais inclusão no mercado de trabalho e melhoria na educação.
Segundo WBN, a juventude deveria ser levada mais à sério, deixando de ser encarada como apenas um "segmento" para ocupar seu devido lugar como o futuro da nação que já está aí.
AMAZÔNIA: UM PONTO SEM VOLTA

Acompanhei estarrecido notícia veiculada pela BBC de Londres, dando conta de que a destruição de ecossistemas da Terra deve começar a afetar economias de vários países nos próximos anos, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta segunda-feira.
O Terceiro Panorama Global de Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook ou GBO-3, na sigla em inglês) afirma que vários ecossistemas podem estar próximos de sofrer mudanças irreversíveis, tornando-se cada vez menos úteis à humanidade.
Entre estas mudanças, segundo o relatório da ONU estariam o desaparecimento rápido de florestas, a proliferação de algas em rios e a morte generalizada de corais.
Até o momento, a ONU calculou que a perda anual de florestas custa entre US$ 2 trilhões e US$ 5 trilhões, um número muito maior que os prejuízos causados pela recente crise econômica mundial.
O cálculo foi feito com base nos valores estipulados em um projeto chamado Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (EEB) para serviços prestados pela natureza, como a purificação da água e do ar, a proteção de regiões litorâneas de tempestades e a manutenção da natureza para o ecoturismo.
"Muitas economias continuam cegas ao enorme valor da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida e ao seu papel no funcionamento de ecossistemas saudáveis", disse o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner.
"A humanidade criou a ilusão de que, de alguma forma, é possível se virar sem biodiversidade, ou de que isso é periférico no mundo contemporâneo", disse ele.
"Na verdade, precisamos dela mais do que nunca em um planeta com seis bilhões de pessoas indo a nove bilhões em 2050."
Segundo a ONU, quanto maior for a degradação dos ecossistemas, maior será o risco de que elas percam grande parte de sua utilidade prática para o homem.
Exemplo brasileiro
A Amazônia é citada como um dos ecossistemas ameaçados de atingir o chamado "ponto sem volta", mesmo com a recente diminuição nas taxas de desmatamento e com o plano de redução do desmatamento, que prevê a redução de 80% até 2020 em relação à média registrada entre 96 e 2005.
O relatório da ONU cita um estudo coordenado pelo Banco Mundial que afirma que se a Amazônia perder 20% de sua cobertura original, em 2025, certas partes da floresta entrariam em um ciclo de desaparecimento agravado por problemas como mudanças climáticas, queimadas e incêndios.
O relatório ressalta que o plano brasileiro deixaria o desmatamento acumulado muito próximo de 20% da cobertura original.
No entanto, o Brasil também é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas de proteção ambiental.
"Alguns poucos países tiveram uma contribuição desproporcional para a expansão da rede global de áreas protegidas (que, segundo o relatório cresceu 57%): dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção desde 2003, quase três quartos ficam no Brasil, em grande parte, resultado do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa)."
Na Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD, na sigla em inglês), no mês passado, cientistas afirmaram que os governos nacionais não conseguiriam respeitar as suas metas de redução da perda de biodiversidade até 2010.
"Não são boas notícias", disse o secretário-executivo da CBD, Ahmed Djoglaf.
"Continuamos a perder biodiversidade em um ritmo nunca visto antes na História. As taxas de extinção podem estar até mil vezes acima da taxa histórica."
Metas fracassadas
A ONU diz ainda que a variedade de vertebrados no planeta - uma categoria que abrange mamíferos, répteis, pássaros, anfíbios e peixes - caiu cerca de um terço entre 1970 e 2006.
A meta de redução de perda de biodiversidade foi acertada durante uma reunião em Johanesburgo, na África do Sul, em 2002. No entanto, já se sabia que seria difícil mantê-la.
A surpresa do relatório GBO-3 é que outras 21 metas subsidiárias tampouco serão cumpridas globalmente.
Entre elas, estão a redução da perda e degradação de habitats, a proteção de pelo menos 10% das regiões ecológicas do planeta, controle da disseminação de espécies invasivas e a prevenção de extinção de espécies devido ao comércio internacional.
Uma sinal claro do fracasso registrado no relatório é que nenhum dos países envolvidos conseguirá atingir todas as metas até o fim do ano.
Precisamos, mais do que nunca, alertar as autoridades internacionais acerca de uma tragédia anunciada em nível global, é algo terrível para a humanidade, saber que estamos atingindo um ponto sem volta na questão ambiental. Esta foi minha preocupação na Câmara dos Deputados e continua sendo como cidadão.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
WBN REACENDE A DISCUSSÃO SOBRE O VOTO FACULTATIVO

O ex-deputado federal Walter Neto (PRB) elogiou a iniciativa da grande maioria dos jovens que lotaram os cartórios eleitorais do Brasil nestes últimos dois dias do prazo para retirar o título de eleitor, como prova da conscientização e avanço da democracia no país.
Brito Neto, para quem o voto é o momento mais emblemático e mais enganoso da democracia, lembrou que, quando deputado, fez parte da Comissão na Câmara dos Deputados, pelo Voto Facultativo, por acreditar que, quando o voto deixar de ser obrigatório, os carros, vans e ônibus abarrotados de eleitores, contados à mão e previamente pagos por esse ou aquele político corrupto que se reveza no poder com essas manobras, perderão sua funcionalidade, argumentou.
De acordo com WBN, o voto obrigatório é teoricamente autoritário. Ele obriga pessoas que não têm o interesse em votar. Essa obrigação prejudica a educação política e o processo eleitoral. A legitimidade do voto não está na quantidade, mas na vontade de expressá-lo, isso tem haver com a motivação das pessoas em exercer a cidadania plena, de forma desinibida, usando a maior arma que se tem contra a injustiça social promotora da corrupção política no Brasil, conclui.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
PRESO POR PREGAR O QUE ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA

"E, ouvindo eles isto, unânimes levantaram a voz a Deus, e disseram (...) Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra; Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho Jesus. E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus" (Atos dos Apóstolos, cap.4. 24-31).
A nova forma de perseguição da Igreja está se revestindo de um rigor ditatorial, com dispositivos na Lei que ganha, cada vez mais campo no mundo legislativo e essas ações está alcançando rapidamente seus objetivos que é instaurar a mordaça cristã, fazendo com que o povo de Deus seja, sob pena de sofrer as sanções punitivas, proibido explicitamente de pregarem o evangelho de Cristo e protestarem contra a homossexualidade e outras distorções previstas na palavra de Deus.
O momento de nos mobilizarmos é agora. Você, como pai, mãe de família, pastor, lider de igreja, em que lado da batalha irá estar? Se estiver ao lado daqueles que foram chamados para pregar o evangelho de Cristo sem restrições e quaisquer impedimentos, o momento de agir é agora. Precisamos conscientizar toda a Igreja, todas as famílias cristãs e nos unir contra essa onde perniciosa que se levanta no Brasil. Porque na Inglaterra eles já estão agindo contra os pregadores.
Um pregador britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado.
Dale McAlpine foi acusado de causar "alarme, intimidação e angústia" depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários "pecados" citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph.
Dale McAlpine, 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
O pregador disse que o incidente foi "humilhante", segundo o Daily Telegraph. "Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço."
domingo, 2 de maio de 2010
A FORÇA DA JUVENTUDE PARAIBANA

Ao ver, na Bíblia Sagrada, o exemplo da atuação de jovens como José do Egito, governador; Davi, rei; Daniel, estadista e tantos outros, fico cada vez mais convicto que nas mãos de nossa juventude estão coragem, determinação e força para promover a mudança. E, acho que tem muita gente que fixou raízes no poder e não querem, de modo algum, que se propague essa verdade. Porque, a partir do momento em que os jovens se derem conta do que podem fazer por este país, a realidade será outra. A Bíblia diz que, nós, os jovens, somos fortes! (I João 2.14) E essa realidade incomoda, impõe certa insegurança nos detentores arcaicos que se repetem a cada mandato.
Perdi o mandato como deputado federal, porque entre outras coisas, o fato de ser jovem, em si, era uma ameaça para vários segmentos que sabem que não temo em defender aquilo em que acredito, e por isso, sei que vale a pena lutar. Mas, a minha voz, isolada, não fará efeito algum, se não se fizer acompanhar por milhares de jovens que, como eu, acreditam na pureza e lealdade de nossos ideais.
A cinco meses das eleições que vão escolher o presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual o eleitorado jovem paraibano já demonstra interesse em participar do processo. Em todo o estado são 546.888 eleitores situados na faixa etária dos 16 a 24 anos que estão aptos a votar no pleito de outubro. As entidades ligadas ao movimento estudantil estão atentas aos movimentos dos pré-candidatos a governador e querem entrar no debate sobre a sucessão estadual.
“A juventude está muito atenta ao processo e muito participativa”, afirma o presidente do Diretório Central dos Estudantes do IESP, Damacieudo Dantas, que integra a Frente Universitária, formada por representantes do movimento estudantil da UFPB, IEFPB, Maurício de Nassau, UNIPBFPB, UUNIPÊ, IESP e FATECPB. Segundo ele, a juventude vai cobrar dos candidatos ao Governo do Estado que coloquem em seus programas políticas públicas para o jovem.
Damacieudo afirma que os estudantes de hoje têm uma visão mais politizada, tanto que estão sendo chamados para dialogar com os agentes públicos. Segundo ele, o jovem tem interesse de participar da política. “O que falta são os políticos se aproximarem dos jovens”. Ele destaca que de acordo com o IBGE, o eleitorado jovem da Paraíba tem capacidade para eleger 16 deputados estaduais e cinco federais.
A campanha para o Governo ainda não começou, mas as entidades estudantis começam a se mobilizar para promover debates com os candidatos. Damacieudo informou que vão ser realizados ciclos de debate na universidade com a participação dos candidatos ao Governo. Os universitários querem conhecer o que os políticos pensam fazer em prol da juventude.
Texto adaptado do repórter Lenilson Guedes no Correio da Paraíba (edição deste domingo, dia 02/05/10).
