quinta-feira, 22 de julho de 2010

Agricultura do Semi árido, um novo Brasil


A extensa faixa territorial conhecida como semi árido brasileiro, tão debatida por intelectuais e cientistas sociais como o paraibano Celso Furtado havia teorizado, é na verdade, uma região rica que possui um ecossistema complexo apresentando possibilidades de desenvolvimento da agricultura sustentável em todos os níveis.

Por mais estranho que possa parecer, o semi-árido brasileiro não é uma terra ruim para a atividade agrícola. Grandes extensões planas boas qualidades atmosféricas para culturas como a da uva, por exemplo, e vastas reservas de água de qualidade nas profundezas da terra; dão a esse lugar tão desprezado de nossa geografia um caráter de alto produtor de frutas e de alimentos em geral quando sanamos os problemas envolvidos na obtenção de água.

Nunca deixei de acreditar no verdadeiro potencial desta região, principalmente por nela estar situada, inclusa, circunscrita em nosso Estado da Paraíba. E, como deputado federal, defendi a implementação de políticas de desenvolvimento para o Semi Árido, crendo mesmo, que uma pasta ministerial deveria ser criada para executar com recursos da União e governos estaduais as políticas necessárias à mudança efetiva dessa imensa e importante parte do Brasil.

Hoje, como candidato a deputado federal, quero retornar a Câmara dos Deputados para retomar as discussões dos projetos que apresentei para essa área, demonstrando que, ensinar as técnicas corretas; criar a consciência de que as queimadas e o uso indiscriminado de agrotóxicos são erros que danificam e destroem a terra, os lençóis de água e reduzem, em longo prazo, a qualidade e a quantidade das safras; além de dar condições ao sertanejo do semi-árido para que ele melhore suas condições de instrução e de educação geral, são os procedimentos-chave que proporcionarão a recuperação de grandes áreas, hoje secas e abandonadas, e transformá-las em áreas produtivas e totalmente auto-suficientes. Gerando riquezas, divisas e felicidades para o povo simples e hospitaleiro do nosso sertão.

Por fim, analisar e perceber as particularidades de cada região e os aspectos da biodiversidade e da ecologia local são fatores indispensáveis para proporcionar uma adesão e um menor impacto das atividades agrícolas numa área normalmente muito susceptível ao impacto devastador de pesticidas e do uso de técnicas incorretas de plantio. A única saída para garantir bons lucros e boas condições de vida no semi-árido brasileiro é a difusão e aplicação das boas práticas de sustentabilidade na agricultura e na conscientização do homem do semi-árido para o seu real valor e sua real importância na geografia e na realização econômica de nossa nação.

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